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amor não é algo que faz você sair do chão e te transporta para lugares que você nunca viu. O nome disso é avião. O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que te faz perder a respiração e a fala. O nome disso é bronquite asmática. O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que chega de repente e te transforma em refém. Isso se chama seqüestrador. O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que voa alto no céu e deixa sua marca por onde passa. Isso se chama sujeira de pombo. O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que você pode prender ou botar pra fora de casa quando bem entender. Isso se chama cachorro. O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que lançou uma luz sobre você, te levou pra ver estrelas e te trouxe de volta com algo dele dentro de você. Isso se chama alienígena. O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que desapareceu e que, se encontrado, poderia mudar o que está diante de ti. Isso se chama controle remoto de TV. O amor é outra coisa.
O amor é simplesmente....o amor
(Visão bem humorada do amor - autor desconhecido)
Escrito por Lana às 08h14
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Eu quero a sorte de um amor tranqüilo Com sabor de fruta mordida Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva

Ser teu pão, ser tua comida Todo amor que houver nessa vida E algum trocado pra dar garantia
E ser artista no nosso convívio Pelo inferno e céu de todo dia Pra poesia que a gente não vive Transformar o tédio em melodia Ser teu pão, ser tua comida Todo amor que houver nessa vida E algum veneno antimonotonia
E se eu achar a sua fonte escondida Te alcance em cheio o mel e a ferida E o corpo inteiro feito um furacão Boca, nuca, mão, e a tua mente, não Ser teu pão, ser tua comida Todo amor que houver nessa vida E algum remédio que me dê alegria
(Todo amor que houver nesta vida by Cazuza e Frejat)
Escrito por Lana às 20h17
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Ah, se já perdemos a noção da hora Se juntos já jogamos tudo fora Me conta agora como hei de partir
Se, ao te conhecer, dei pra sonhar, fiz tantos desvarios Rompi com o mundo, queimei meus navios Me diz pra onde é que inda posso ir

Se nós nas travessuras das noites eternas Já confundimos tanto as nossas pernas Diz com que pernas eu devo seguir
Se entornaste a nossa sorte pelo chão Se na bagunça do teu coração Meu sangue errou de veia e se perdeu
Como, se na desordem do armários embutido Meu paletó enlaça o teu vestido E o meu sapato inda pisa no teu
Como, se nos amamos feito dois pagãos Teus seios inda estão nas minhas mãos Me explica como que cara eu vou sair
Não, acho que estás te fazendo de tonta Te dei meus olhos pra tomares conta Agora conta como hei de partir
(Eu Te Amo by Chico/Tom)
Escrito por Lana às 09h14
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